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    <title>Carlisson Galdino na Web</title>
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    <updated>2010-09-09T14:42:09Z</updated>
    <author><name>Author</name></author>
  
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		<title type="html">bardo : Escarlate II #18 - Parados</title>
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		<published>2010-09-04T00:14:17+00:00</published>
        <updated>2010-09-04T00:14:17+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><a href="http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2"><img src="http://bardo.castelodotempo.com/files/esc2/escar218.jpg" alt="Escarlate II #18 - Parados" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Na cabine da Diabo M, Ched, Gwat, Zand e Phri Xovi, que não foi exatamente convidado para a reunião, mas resolveu aparecer. Na pequena mesa, um mapa.</p>
<p>- Nós estamos aqui. Faz muito pouco tempo que conseguimos entrar em território de Noak. - Ched analisa o mapa, pensativo.</p>
<p>- Beniw, apesar de tudo, ainda é muito afastado das praias. - Phri comenta. - Claro que a gente já planejava ir para uma cidade do litoral mesmo. Daí pra frente é com Tzarend. Mas fica difícil decidir qual o melhor lugar, não é? É tudo longe no fim das contas!</p>
<p>- Ainda assim, se as proporções do mapa estiverem certas, Beufu ainda parece ligeiramente mais perto.</p>
<p>- É verdade...</p>
<p>- Capitão! - Um dos rapazes de apoio, o Grebo, chega na sala. - Koenji pediu para avisar que avistou barcos longe.</p>
<p>- Onde?</p>
<p>- Lá na nossa frente, se afastando do litoral.</p>
<p>- Dá pra identificar...</p>
<p>- Parecem da marinha de Noak.</p>
<p>- Rápido! Temos que fazer algo!</p>
<p>O grupo sai da cabine apressado, enquanto o rapaz os acompanha, ainda falando.</p>
<p>- Eles não parecem estar vindo pra cá, pelo que o Koenji falou. Então nós baixamos as velas e ficamos parados, por ordem de Koenji.</p>
<p>- Ótimo! Era exatamente o que eu iria mandar fazer. - Ched se vira para Zand. - Se estamos de frente para eles somos menores. Se virarmos o barco para nos afastar vamos chamar atenção. Melhor esperar eles passarem,</p>
<p>- Desde o início sabíamos dos riscos de vir aqui, então este é apenas um dos perigos. - Phri complementa. - Um confronto direto seria suicídio. Não importa quem esteja no barco, ao enfrentar barcos, barcos são barcos. Ao serem atingidos, afundam.</p>
<p>- Não há muito o que fazer senão esperar...</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Zand desce até onde dormem, onde está Eve.</p>
<p>“Que foi agora? Precisando de mim?”</p>
<p>“Talvez?”</p>
<p>“E o que está havendo?”</p>
<p>“Barcos inimigos ao longe.”</p>
<p>“Sei...”</p>
<p>- Tzarend? Esteja preparado. Se eles nos virem e quiserem prisioneiros, será bom porque poderemos lutar, mas se não essa espada não terá utilidade nenhuma.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>“Às vezes a gente precisa confiar mais nas pessoas, Tzarend. Às vezes é a única forma de sobrevivermos.”</p>
<p>“Como você pode dizer que eu não consigo resolver meus problemas sozinho?”</p>
<p>“Há vários tipos de problemas. E alguns simplesmente não dá pra se resolver sozinho.”</p>
<p>“Fala por experiência própria? O que conheço da sua história é sobre uma guerreira solitária e louca.”</p>
<p>“Conhece pouco da minha história. Eu sempre tive metas na vida e sempre soube o que fazer, louca nunca fui. Além disso, o que você ouviu falar sobre mim é de muitos séculos atrás. É informação inútil, desatualizada.”</p>
<p>“Sei.”</p>
<p>- Estamos demorando muito.</p>
<p>- Calma Tzarend... É preciso paciência. - Breig fala. Está por ali, esperando a situação se resolver.</p>
<p>- Mas estamos aqui há horas!</p>
<p>- Eles já estão indo, mas dizem que apareceram mais barcos, então não sei quanto tempo ainda falta.</p>
<p>- Vamos ficar aqui a vida inteira?</p>
<p>- Tenha calma... Não podemos fazer nada. Pelo menos não você e eu e mais alguns daqui. Nada a não ser esperar...</p>
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		<title type="html">bardo : O Giro da Roleta</title>
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		<published>2010-08-31T06:49:32+00:00</published>
        <updated>2010-08-31T06:49:32+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p>Ele segue com seu cavalo<br />Através das ruas noturnas<br />Se dirige logo ao cassino<br />Ninguém mais podia ajudá-lo</p>
<p>E aposta algumas moedas<br />E mais outras logo depois<br />Mas por mais que ele tentasse<br />Perdia o que era apostado</p>
<p>Porém o que era apostado<br />Era quase nada até que<br />Apostou tudo o que restava</p>
<p>Via-se a roleta girar<br />E por amparo ou traição<br />Um golpe de sorte ou azar</p>
<p>-- Cárlisson Galdino</p>
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		<title type="html">bardo : Escarlate II #17 - Ey Dlir</title>
		<id>http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2/17</id>
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		<published>2010-08-28T00:02:12+00:00</published>
        <updated>2010-08-28T00:02:12+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><a href="http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2"><img src="http://bardo.castelodotempo.com/files/esc2/escar217.jpg" alt="Escarlate II #17 - Ey Dlir" width="300" height="225" /></a></p>
<p>“O que foi agora?”</p>
<p>“Chegamos a Ey Dlir, Eve.”</p>
<p>“E daí?”</p>
<p>“Daí que vou descer. E como você é o que tenho de mais precioso no momento, vou levar você comigo.”</p>
<p>“Ora...”</p>
<p>Pelo tom de voz, Eve está bem surpresa com a declaração. Eles não falam mais e o barco na verdade já parou. Zand a pega e vai para fora, juntando-se ao grupo.</p>
<p>Em pouco tempo, estão lá na antiga capital de Wimow. A capital que antecedeu Ey Vudeon. É quase meio dia e dessa vez o pirata Phri foi que ficou tomando conta da Diabo M.</p>
<p>É uma cidade plana e pouco depois das praias eles alcançam a feira de Ey Dlir. Uma cidade cheia de pessoas simples e alguns cumprimentam Ched e companhia enquanto passam pelas barracas da feira. E é justamente nesta feira que encontram o Bar de Weax. Não passa de um galpão enorme onde várias mesas fazem um bar/restaurante e no primeiro e segundo andar, os quartos.</p>
<p>“Essa cidade não mudou nada.”</p>
<p>Eve deixa escapar, enquanto o grupo se senta a uma mesa, de frente ao caos da feira. Barracas de roupas.</p>
<p>- Não é perigoso o Xovi ficar sozinho no barco? - É o outro Phri que fala, o Phri Croan.</p>
<p>- Perigoso por quê, cara? - Been pergunta, com desdém. - Tem a molecada lá com ele e ele é competente pra dar conta de qualquer bronca.</p>
<p>- Não falo sobre isso. E se ele quiser ir embora com a Diabo M?</p>
<p>- Ah, faça-me o favor...</p>
<p>- O que você sabe, que está escondendo? - Ched se debruça para ouvir melhor, preocupado.</p>
<p>- Nada não, só estava pensando... O cara é do mar há muito tempo e...</p>
<p>- ...e nada, sapo velho, o Phri não ia fazer isso com a gente não. - Uglu fala. - Tá maluco?</p>
<p>- Como pode ter certeza?</p>
<p>- Se ele fizer besteira, a gente vai atrás dele e lhe arranca o couro! - Di completa e cumprimenta o irmão, animados com a resposta conjunta.</p>
<p>- Liga não. - Breig, que estava sentado ao lado de Zand, comenta com ele. - Phri Croan é assim mesmo, de vez em quando. Quer dizer, nunca o vi ser tão direto sobre uma suspeita, mas também não surpreende.</p>
<p>Ched e Phri continuan discutindo.</p>
<p>- Nem se importe muito com isso. Já viu como o Ched é meio paranóico, com todo o respeito. Vai querer apurar o fato e vai levar uns dias até se convencer de que não tem com o que se preocupar, que foi alarme falso.</p>
<p>O bárbaro bate no braço de Breig para lhe chamar atenção e então gesticula alguma pergunta.</p>
<p>- Ah, pedimos peixe e porco. Deve chegar já. - E Breig se vira novamente para Zand. - O bom é que a gente chegou cedo. Vamos poder dar uma volta na feira, que já já começa a terminar.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>- Tzarend?!</p>
<p>Zand está deitado em uma cama simples, em um quarto apertado, olhando para o teto sob a luz de uma lamparina a óleo. Já é noite e ele esperava aproveitar para descansar um pouco em um quarto individual, depois de ter que dividir um mesmo espaço com tanta gente, mas alguém insiste em atrapalhar.</p>
<p>“Parece o Breig.”</p>
<p>“É, parece...”</p>
<p>- O que é?</p>
<p>- Pode descer? Acho que vai te interessar.</p>
<p>- O que há?</p>
<p>- Notícias novas dos Raxx...</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>As imagens giram em sua cabeça e ele se levanta como um corpo que age espontaneamente, sem precisar de um cérebro. Logo está ele no bar, numa mesma mesa que Breig, Ched, Gwat, Eniu e Been. Os outros estão espalhados por aí. E, nessa mesma mesa, mais uma pessoa. Um viajante loiro de barba grossa e maltratada.</p>
<p>- Então, eu estava falando! Dizem que o novo rei e a nova rainha planejam capturar uma mantícora.</p>
<p>- Mantícora?! Mas isso é loucura! - Breig fala. - Elas não se deixam capturar!</p>
<p>- É, não sei como eles querem fazer isso, mas eles têm um mago poderoso ao lado deles. É o braço direito dos dois e é especialista em objetos mágicos e encantamentos.</p>
<p>- Azkelph... - Zand deixa escapar.</p>
<p>- O quê?! - O homem ouve e reage. - Não! Não lembro o nome dele direito, mas não o chamam assim por lá. É Proteges ou algo parecido.</p>
<p>- Fale-nos mais! E como está o caminho até lá? - Gwat pergunta.</p>
<p>- Eles estão tomando as fronteiras. Há torres de observação em pontos estratégicos nas fronteiras e nas principais cidades, principalmente as costeiras. E eles têm uma marinha a postos também. Ninguém sabe quando eles vão começar a atacar os reinos vizinhos. A suspeita é que estejam justamente esperando o domínio dessa mantícora.</p>
<p>- E como você descobriu tudo isso?</p>
<p>- Eu sou de Noak, ora! Estou apenas tentando ir o mais longe que posso da minha própria terra e aconselho vocês a fazerem o mesmo.</p>
<p>- E o que pretende exatamente?</p>
<p>- Vou até Awra e lá descubro. Talvez eu tente atravessar o oceano...</p>
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        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : A [mor]fina</title>
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		<published>2010-08-21T18:32:21+00:00</published>
        <updated>2010-08-21T18:32:21+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[Blog da Ana Paula &quot;Lua&quot; &quot;Espernada&quot; &quot;Capitu&quot;]]></content>
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		<title type="html">bardo : Escarlate II #16 - Dias de Paz</title>
		<id>http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2/16</id>
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		<published>2010-08-21T00:26:23+00:00</published>
        <updated>2010-08-21T00:26:23+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><a href="http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2"><img src="http://bardo.castelodotempo.com/files/esc2/escar216.jpg" alt="Escarlate II #16 - Dias de Paz" width="300" height="225" /></a></p>
<p>De novo em alto mar. Zand sorri olhando o horizonte. Não um sorriso completo. Sorri aproveitando horas de paz, que se tornaram mais frequentes desde que comprou um baú em Ey Vieo para servir de “casa” para Eve-64.</p>
<p>Já se sente um tanto à vontade junto da tripulação. Os irmãos encrenqueiros, o bardo com tambor, o bárbaro mudo de nascença...</p>
<p>Aquele barco negro parece realmente bom e, agora que está distante de Eve, experimenta uma paz especial.</p>
<p>“Meus pais estavam certos sobre o mar? Eu devia ter sido marinheiro?”</p>
<p>Observa, pensativo. Ainda é cedo do dia e alguns ainda dormem.</p>
<p>“Ainda não pensei no que vou fazer depois disso tudo. Só tenho pensado em Rubi. Isso não é bom. E depois? Está aí um caminho: depois posso virar marinheiro.”</p>
<p>Sorri olhando ao redor. O capitão está chegando. Vai em direção ao leme para que Edrio possa ir dormir. Edrio, o bárbaro mudo. Parece boa pessoa, de qualquer forma.</p>
<p>A essa altura já sabe também que existem três pessoas de nome Phri na Diabo M: um ladrão, um pirata que adora encher a cara e um dos rapazes que ajudam na embarcação. Isso é um pouco confuso no início, mas depois passa e fica muito normal quando Phri, Phri e Phri se tornam Croan, Xovi e Pyau. Claro que nenhum gosta de ser chamado pelo segundo nome e, no fim das contas, quase que apenas o Phri adolescente que é tratado assim, como Pyau.</p>
<p>Zand se dirige ao capitão, que nota sua presença de longe. É outra coisa também facilmente percebida a essa altura por Zand: o quanto Ched é paranóico.</p>
<p>- Bom dia! - Zand cumprimenta.</p>
<p>- Bom dia, Tzarend!</p>
<p>- Como estamos?</p>
<p>- Bem. Creio que ainda hoje chegaremos a Ey Dlir.</p>
<p>- Ey Dlir...<br />- Sim, será nossa última parada antes de entrarmos em território de Noak. Não se preocupe: vamos deixar você lá em Noak, em praia tão perto de Beniw quanto possível. Vamos sim ou meu nome não é Ched!</p>
<p>- Muito grato.</p>
<p>Zand se afasta lentamente...</p>
<p>“Como são calmos os dias sem Eve por perto... Se estivesse comigo, estaria tagarelando até agora.”</p>
<p>Olha as águas ondulando ao lado do navio, sendo cortadas por ele. E as ondas naturais do mar.</p>
<p>“Talvez ela tivesse algo interessante a dizer ou questionar a respeito de Ey Dlir. Para falar a verdade, às vezes até faz falta sua presença.”</p>
<p>E Zand segue até a cabine. Passa por Eniu, o bardo, ainda jogado no chão com uma garrafa de rum quase no fim, desacordado.</p>
<p>“Esse não tem jeito mesmo. É uma vergonha para a profissão.”</p>
<p>Desce as escadas, passa pelas grandes caixas de madeira da entrada e chega perto do seu colchonete. Tira a chave do cordão em seu pescoço, senta-se diante do baú e o abre. Ali está a bela Eve-64 em seus tons de azul. Do cabo à lâmina, passando pela inscrição “E-64” cujo relevo, mesmo nessa iluminação pouca, dá um lindo efeito nos seus tons de azul. Ele a pega.</p>
<p>“Bom dia, Eve!”</p>
<p>“Bom dia... Bom dia? Você me deixa trancada aqui há dias! O que pensa que está fazendo? Além do mais, você sabe muito bem o que acontece quando eu fico largada num canto por muito tempo...”</p>
<p>“O barco está em movimento, Eve.”</p>
<p>“E eu sei lá! Quer que aqui vire um navio fantasma? Até que ia combinar com o nome. Agora se você tivesse um mínimo de respeito e consideração, você...”</p>
<p>Zand solta a espada novamente dentro do baú a tranca novamente. Levanta-se, olha um pouco para o baú...</p>
<p>“Ela também não tem jeito.”</p>
<p>E caminha até as escadas para voltar à popa...</p>
]]></content>
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        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">arcano : Conto erótico judeu</title>
		<id>http://arcano.castelodotempo.com/node/107</id>
		<link rel="alternate" href="http://arcano.castelodotempo.com/node/107"/>
		<published>2010-08-20T13:14:55+00:00</published>
        <updated>2010-08-20T13:14:55+00:00</updated>
		<author><name>arcano</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p>Todo dia, durante anos, quando Salim chegava em casa, sua doméstica Jacira servia o jantar e ia tomar banho.</p>
<p>Até que um dia, Salim estava jantando e ficou ouvindo o barulho da água, pensando na Jacira tomando banho. Estava sozinho em casa, mulher e filhos viajando.</p>
<p>Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho...</p>
<p>Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho...</p>
<p>Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho....</p>
<p>Até que se levantou da mesa e foi até o banheiro. Bateu na porta:</p>
<p>- Jacira, você está tomando banho?</p>
<p>- Estou sim seu Salim.</p>
<p>- Jacira, abre a porta pra Salim.</p>
<p>- Mas seu Salim, estou nua!</p>
<p>- Jacira, abre a porta pra Salim.</p>
<p>- Jacira, abre a porta pra Salim.</p>
<p>- Jacira, abre a porta pra Salim.</p>
<p>- Jacira, abre a porta pra Salim.</p>
<p>- Jacira, abre a porta pra Salim.</p>
<p>- Jacira, abre a porta pra Salim.</p>
<p>Jacira não resiste e acaba abrindo a porta.</p>
<p>Salim entra no banheiro, vê a Jacira nua e pergunta:</p>
<p>- Jacira, quer foder com Salim?</p>
<p>- Mas seu Salim..., eu não sei...</p>
<p>- Jacira, quer foder com Salim?</p>
<p>- Sim, quero sim, seu Salim, pode vir que sou toda sua...</p>
<p>Então Salim põe a mão no registro e diz:</p>
<p>- Não vai foder Salim não!!! Chega de gastar água.</p>
<p>P. S.: Recebido por e-mail.</p>
<br/><div>


</div>]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : Escarlate II #15 - Ey Vieo</title>
		<id>http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2/15</id>
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		<published>2010-08-14T00:01:04+00:00</published>
        <updated>2010-08-14T00:01:04+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><a href="http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2"><img src="http://bardo.castelodotempo.com/files/esc2/escar215.jpg" alt="Escarlate II #15 - Ey Vieo" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Poucas praias, muitos rochedos. Casas fazem ruas estranhas subindo nos morros de pedra no decorrer do litoral. No topo de um dos rochedos, um tanto distante mas também à beira do mar, pode-se ver claramente o templo ecumênico, erguido de mármore. Enorme e branco, é o ponto mais conhecido da cidade e não é difícil perceber a razão. É majestoso e transmite toda uma paz a um mero olhar. Também é raro templos assim, que servem à adoração de todos os deuses. É fim de tarde.</p>
<p>Zand e os outros homens da Diabo M colocam os pés no chão.</p>
<p>- Bem, aqui estamos! - Alguém falou. - Vamos à Corvo Bebum!</p>
<p>“O que é isso?”</p>
<p>“É um bar e hospedaria, Eve. É um ponto forte aqui em Ey Vieo.”</p>
<p>“Que nome estranho!”</p>
<p>- E mais tarde... - Been ajeita o chapéu nas mãos, pouco antes de colocá-lo na cabeça novamente. - ...vamos dar um pulinho na casa da Greka!</p>
<p>A turma segue eufórica entre aquelas ruas estranhas, apertadas e ladeirosas. Alguns curiosos com sua passagem, mas a maioria parece não estar nem aí...</p>
<p>“Dinastia Raxx... Rubi Raxx... Tudo o que ela queria era poder e riquezas que lhe garantissem uma vida de rainha. E deram o golpe de estado, dominando o exército de Noak rapidamente. Como é comum em política entre reinos, e como as relações de Noak com os outros reinos sempre foi morna, isso parece não ter atraído a atenção das outras nações.”</p>
<p>“Talvez elas estejam esperando as coisas andarem um pouco mais, para sentirem onde exatamente Halkond e Rubi querem chegar, antes de tomarem uma posição a respeito.”</p>
<p>“Eve!”</p>
<p>“Que foi?”</p>
<p>“Deixa pra lá...”</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Com uma ótima vista para a cidade e muitas mesas a céu aberto. Com a escultura de um corvo cambaleando sobre o telhado. Assim é o bar Corvo Bebum.</p>
<p>Quartos e mesas para nove pessoas, e logo estão eles bebendo e conversando besteira noite adentro. Zand apenas observa, bebendo muito pouco.</p>
<p>Logo Zand está ali, deitado em um dos quartos, olhando para o teto, tentando dormir.</p>
<p>“Talvez você tenha se precipitado muito, sabia?”</p>
<p>“Por que diz isso?”</p>
<p>“As outras nações devem estar preocupadas com o golpe, mas ninguém quer uma guerra a essa altura. Talvez você conseguisse apoio de Wimow e Surdi, que são reinos vizinhos.”</p>
<p>“Talvez...”</p>
<p>“Em Wimow você já tinha um contato muito importante, e tem a confiança do general. E Surdi é enorme e tem uma área muito vasta de fronteira com Noak.”</p>
<p>“Certo, mas você sabe muito bem que essa briga é pessoal.”</p>
<p>“Claro, mas você também sabe muito bem que pra certo tipo de confronto um grupo pequeno e altamente competente é muito melhor que um batalhão de soldados. Talvez você conseguisse aliados e recursos para a missão.”</p>
<p>“E talvez se passassem meses até conseguir isso. Não importa mais.”</p>
<p>“Calma, é só uma ideia.”</p>
<p>“Uma ideia estúpida e que vem na hora errada.”</p>
<p>E Zand adormece, frustrado com tudo.</p>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p>Rua Céu Azul. Ainda é muito cedo e poucas lojas abriram. Zand procura o número 53.</p>
<p>“...porque ainda há tempo de voltar para Ey Vudeon e procurar o general Plórius. Tem certeza de que...”</p>
<p>“Cala a boca, Eve!”</p>
<p>“Tenho certeza de que ele teria interesse em financiar essa missão.”</p>
<p>“Pra quê?”</p>
<p>“Equipamentos, contratar um pequeno grupo de apoio...”</p>
<p>“Ali!”</p>
<p>“O quê?”</p>
<p>“O endereço! Encontrei.”</p>
<p>“Você está me escutando?”</p>
<p>“Infelizmente.”</p>
<p>- Bom dia.</p>
<p>- Bom dia. Pediram para entregar isso.</p>
<p>- Hmmm... De Di. Tudo bem, muito obrigado.</p>
<p>Antes de ir voltar para o Corvo Bebum para tomarem café e partirem de Ey Vieo, Zand olha em volta. Baús, caixas e bolsas por todo o estabelecimento.</p>
<p>- Vocês vendem baús!? Cadeados também?</p>
<p>- Temos sim.</p>
<p>Zand olha para a Eve-64 por um instante.</p>
<p>- Vocês têm um onde caiba isso?</p>
]]></content>
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        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : Escarlate II #14 - Terra à Vista</title>
		<id>http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2/14</id>
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		<published>2010-08-07T00:17:17+00:00</published>
        <updated>2010-08-07T00:17:17+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><a href="http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2"><img src="http://bardo.castelodotempo.com/files/esc2/escar214.jpg" alt="Escarlate II #14 - Terra à Vista" width="300" height="225" /></a></p>
<p>No início era apenas um sinal de terra no horizonte. Com o tempo é que o pedaço de terra foi se tornando cidade. Claro que a presença de mais barcos já denunciava antes mesmo de verem os sinais de terra. Zand observa da Diabo M, Ey Vieo se mostrar aos poucos...</p>
<p>- É uma bela cidade! - Um guerreiro com uma faixa vermelha na cabeça observa, ao lado de Zand. - É&nbsp; sim! Eu gosto de vir para cá. Cidade turística, sabe como é...</p>
<p>“Pelo visto a cidade mudou pouco desde a última vez em que vim.”</p>
<p>“E eu com isso?”</p>
<p>“Tzarend...”</p>
<p>“Cansei de você, Eve.”</p>
<p>- Vamos, Tzarend? O capitão está chamando.</p>
<p>Todos se reunem na cabine. O capitão entrega um pequeno saco de pano ao bardo Eniu e ele vai passando com esse saco de pano por cada um da tripulação. Cada um tira de dentro uma pedra.</p>
<p>- Como todos sabem. - O capitão começa a falar, enquanto o segundo da tripulação está tirando sua pedra. - Todos, exceto Tzarend. A cada cidade onde vamos dormir uma noite um dos homens tem que ficar tomando conta da Diabo M, junto com os moleques. É só para precaução, Tzarend. Nunca se sabe o que pode acontecer. Como vocês sabem, quem ficou de guarda da última vez está liberado hoje, por isso é o Eniu que está distribuindo as pedras. Hoje as pedras verdes vão com a gente e a pedra negra fica.</p>
<p>- Droga! - Aquele mesmo guerreiro, que falara há pouco com Zand, olha com tristeza todos à sua volta.</p>
<p>- É, Di, acho que você vai ter que dormir aqui desta vez.</p>
<p>- Não, cara! Eu adoro Ey Vieo! Dá pra trocar com alguém não?</p>
<p>- Regras são regras.</p>
<p>- Ele tem que ir conosco! - Uglu, que estava ao lado de Di, grita e encara o capitão.</p>
<p>- São as regras. Temos que seguir.</p>
<p>- Sendo assim eu fico também. Não vou deixar meu irmão aqui abandonado.</p>
<p>Um riso se ouve no recinto e Uglu fica nervoso.</p>
<p>- Querem parar com isso?! Quem foi que riu? Apareça que eu dou motivo pra se divertir!</p>
<p>- Toma essa bosta! - Di joga a pedra no chão e sai da cabine.</p>
<p>- Bem, então está tudo certo. Eniu, recolha as pedras!</p>
<p>“Esses irmãos gostam mesmo um do outro. Dá pra ver claramente que os dois são fortes, que não precisam de proteção, mas mesmo assim parece que não gostam de ficar afastados. Interessante ver isso.”</p>
<p>“É...”</p>
<p>Zand sai e vê os irmãos conversando popa. Uglu volta para a cabine e deixa Di ali olhando a imensidão do mar. Zand se debruça sobre a grade a dois metros de Di.</p>
<p>- Detesto quando ele usa pedras negras... Nunca me dou bem com elas... Eu sabia que ia sobrar pra mim quando ele falou que a pedra maldita era negra. - Ele para por um minuto, como se precisasse tomar fôlego. - Ele tem uma coleção de pedrinhas desse tipo, de várias cores. Toda vez ele muda qual a maldita e quais as outras. Porque assim não tem como a gente adivinhar qual a certa antes de tirá-la do saco, só pelo tato... Mas é assim mesmo.</p>
<p>“Parece mesmo decepcionado ele.”</p>
<p>“Não brinca...”</p>
<p>- Eu queria muito ir... Sabe? Tenho alguém nessa cidade que eu precisava ver.</p>
<p>O silêncio de Di é rompido apenas pela discussão dos rapazes, enquanto esfregam o chão perto da cabine. Uma forma de revolta por nunca poderem ir à cidade, por serem tratados como escravos e reclamações do gênero.</p>
<p>- Tudo bem... Tzarend, poderia me fazer um favor? - Zand apenas olha, esperando que Di conclua a frase. - Gostaria que entregasse uma carta. O endereço é fácil, fica mesmo no centro de Ey Vieo. É algo importante, entende?</p>
<p>- Por que não pede...</p>
<p>- Não confio neles... Só no meu irmão, que vai ficar por aqui também.</p>
<p>- E quanto a mim? Faz poucos dias que me conhece.</p>
<p>- É, mas eu tenho minhas razões. Tenho razões para desconfiar de cada um da tripulação. O capitão sabe muito bem que gente juntou, você notou como está sempre paranóico? De você não tenho ainda razão para desconfiar, pelo menos até agora.</p>
<p>- Tudo bem, eu levo.</p>
<p>- Como vamos chegar só no fim da tarde, ainda vou escrever. E te entrego, tudo bem? - Estende a mão para Zand. - Não imagina como fico grato com esse favor.</p>
]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : Ansiedade</title>
		<id>http://bardo.castelodotempo.com/poesias/ansiedade</id>
		<link rel="alternate" href="http://bardo.castelodotempo.com/poesias/ansiedade"/>
		<published>2010-08-05T19:29:56+00:00</published>
        <updated>2010-08-05T19:29:56+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p>Há algo errado<br />Numa viagem comum<br />Não foi nada natural<br />O tempo ficou parado</p>
<p>Há algo errado<br />Tudo que nunca se via<br />A paisagem verde e anil<br />Era uma fotografia</p>
<p>Há algo errado<br />É sua ansiedade<br />Por deixar o seu passado</p>
<p>Por rixa ou necessidade<br />Mesmo sentindo algo errado<br />Ele alcança a cidade</p>
<p>-- Cárlisson Galdino</p>
]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : Escarlate II #13 - É o Barco mais Ligeiro</title>
		<id>http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2/13</id>
		<link rel="alternate" href="http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2/13"/>
		<published>2010-07-31T00:00:22+00:00</published>
        <updated>2010-07-31T00:00:22+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><a href="http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2"><img src="http://bardo.castelodotempo.com/files/esc2/escar213.jpg" alt="Escarlate II #13 - É o Barco mais Ligeiro" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Todos na cabine. Um barril de rum à vontade. É a forma da Diabo M comemorar uma nova missão. É a primeira noite em mar e já deixaram claro que não tem festa toda noite não... Zand bebe também, mas apenas observa.</p>
<p>Já notou como o tal Been é viciado em jogos: já está ali jogando baralho com mais três num canto.</p>
<p>“Já notou aquele ali?”</p>
<p>“Quem, Eve?”</p>
<p>“Aquele encostado na porta.”</p>
<p>“O que tem ele?”</p>
<p>“Parece com você. Fica sozinho, bebendo e observando tudo...”</p>
<p>Um rapaz entra correndo e esbarra em um dos que conversavam no meio da cabine.</p>
<p>- Ei! O que está fazendo, pirralho?!</p>
<p>- Desculpa, Uglu... Foi sem querer. É que o&nbsp; Phyha... - E aponta para fora, com a cara assustada.</p>
<p>- Ei, Uglu! - Breig, que estava encostado num canto lendo e bebendo, resolve intervir. - Vamos parar! Foi um acidente, ele já pediu desculpas.</p>
<p>- Acidente?! Acidente é eu dar um nó nas pernas desse moleque e jogá-lo no mar! Isso que seria um acidente!</p>
<p>- Gente! - Been deixa o jogo de baralho e vem ajudar. - O que é que há? É hora de diversão!</p>
<p>Um bárbaro bem grande chega, pega o rapaz pelo ombro e o conduz para fora da cabine, quase gentilmente. Pelo menos parecendo tentar ser gentil. Então volta encarando o Uglu.</p>
<p>- É todo mundo contra Uglu agora!? - Outro vem empurrando o bárbaro.</p>
<p>- Isso não tem nada a ver com você, Di.</p>
<p>- Tudo que diz respeito a meu irmão tem a ver comigo sim!</p>
<p>A porta do outro lado se abre e subindo a escada vêm o capitão Ched e Gwat, seu braço direito.</p>
<p>Ched olha rapidamente para cada um do recinto (e para as janelas, onde vê dois dos rapazes observando curiosos), enquanto Gwat pega um copo de bebida com o tripulante que estava apoiado no barril e caminha até o tal bardo da Diabo M, que está espalhado pelo chão num dos cantos.</p>
<p>- Já chega! Não quero confusão aqui! Vocês não são crianças!</p>
<p>- Ora, e quem te deu direito de falar conosco assim? -&nbsp; Uglu pergunta com desdém.</p>
<p>- Quando vocês resolverem agir como adultos, eu terei todo o prazer em tratar vocês como adultos. Até lá, se acostume. Eniu?</p>
<p>O bardo já está de pé, meio desajeitado enxugando do rosto a bebida que Gwat acabara de jogar.</p>
<p>- Fala, capitão...</p>
<p>- Toque algo que nos anime! Anda!</p>
<p>- Bora lá... - Ele cambaleia um pouco com seu tambor e começa.<br />“Essa é a Diabo M<br />Nossa frota em alto mar<br />É o barco mais ligeiro<br />Que você vai encontrar!</p>
<p>Nas mãos do capitão Ched<br />Nós iremos navegar<br />É o barco mais ligeiro<br />Que você vai encontrar!”</p>
<p>- Não esquenta. - Um cara magro vestido em um manto fino e escuro começa a puxar assunto com Zand. - É sempre assim mesmo. Uglu é muito esquentado e arruma confusão por qualquer coisa.</p>
<p>Zand não demonstra muito interesse na conversa e ele continua caminhando pela cabine com a bebida.</p>
<p>- “Foi lá nas praias de Azt<br />Que eu fiz essa cantiga”</p>
<p>“Desde quando Azt tem praia?”</p>
<p>“É, no meu tempo mesmo não tinha... Acho que esse sujeito bebeu um pouco e está trocando as bolas. Deve ser isso...”</p>
<p>- “Quem quiser ser mais ligeiro<br />Do que minha cantoria<br />Tem que treinar um bocado<br />Treinar de noite e de dia</p>
<p>Pois enquanto tem bebida<br />Eu me garanto no cantar<br />Enquanto tem bebida<br />Vamos todos festejar!</p>
<p>Essa é a Diabo M<br />Nossa frota em alto mar<br />É o barco mais ligeiro<br />Que você vai encontrar!</p>
<p>Nas mãos do capitão Ched<br />Nós iremos navegar<br />É o barco mais ligeiro<br />Que você vai encontrar!”</p>
<p>Todos cantam junto essa parte, como um refrão. O capitão Ched bate palmas timidamente. Do outro lado, o tal sujeito que Eve notou continua lá. Quieto, bebendo e observando, ou só pensando na vida.</p>
<p>- “Saímos de Ey Vudeon<br />Por ordem do capitão<br />Vamos nós dentro dos mares<br />Em uma nova missão</p>
<p>Jenofina que não veio<br />Se ela estivesse aqui<br />Faria tudo pra ver<br />Eu cantar e eu sorrir</p>
<p>Essa é a Diabo M<br />Nossa frota em alto mar<br />É o barco mais ligeiro<br />Que você vai encontrar!</p>
<p>Nas mãos do capitão Ched<br />Nós iremos navegar<br />É o barco mais ligeiro<br />Que você vai encontrar!”</p>
]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : Meninos Store</title>
		<id>http://www.meninos.us/br/</id>
		<link rel="alternate" href="http://www.meninos.us/br/"/>
		<published>2010-07-28T10:40:23+00:00</published>
        <updated>2010-07-28T10:40:23+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : Conheça Frei Inocêncio</title>
		<id>http://bardo.castelodotempo.com/blog/conheca-frei-inocencio</id>
		<link rel="alternate" href="http://bardo.castelodotempo.com/blog/conheca-frei-inocencio"/>
		<published>2010-07-26T16:04:21+00:00</published>
        <updated>2010-07-26T16:04:21+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p>Participei de uma oficina de fabricação de mamulengos com o Biribinha. Foi muito boa a oficina e bastante prática também. Um dos mamulengos que criei lá, sob supervisão/orientação/ajuda do Biribinha, foi o Frei Inocêncio.</p>



<p>Frei Inocêncio é um cara meio mal, mas ainda estou definindo seu perfil. De qualquer forma, o nome é irônico com seu futuro papel de vilão no mundo dos mamulengos (e o nome foi sugestão do Biribinha). Freis Inocêncios que eventualmente existam ou tenham existido nada têm a ver com este Frei Inocêncio (ou pelo menos não têm nada intencionalmente a ver).</p>]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : Escarlate II #12 - Todos a Bordo</title>
		<id>http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2/12</id>
		<link rel="alternate" href="http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2/12"/>
		<published>2010-07-24T00:01:56+00:00</published>
        <updated>2010-07-24T00:01:56+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><a href="http://bardo.castelodotempo.com/escarlate2"><img src="http://bardo.castelodotempo.com/files/esc2/escar212.jpg" alt="Escarlate II #12 - Todos a Bordo" width="300" height="225" /></a></p>
<p>- Capitão Ched. Em que posso ajudá-lo? - O homem de óculos olha para Zand preocupado, como se estivesse tentando descobrir o que se passa em sua mente. Do seu lado um homem sem uma orelha olha em volta, antes de encarar Zand da mesma forma. Os outros olham com alguma curiosidade também.</p>
<p>Não é difícil para Zand deduzir que está diante de um grupo de aventureiros.</p>
<p>- Preciso ir a Noak.</p>
<p>- A Noak mesmo? - Eles se olham, cada um com uma expressão diferente.</p>
<p>- Estou indo a Beniw.</p>
<p>- Sinto muito, mas não vai encontrar uma embarcação que te leve lá. - Um outro na mesa fala, de barba rala e chapéu curvado, com ar esnobe. - Beniw não é uma cidade costeira. Hahaha!</p>
<p>- Been... - O capitão Ched o repreende, então continua. - Ok, senhor, não me interessa no momento saber o que busca em Beniw. Só me interessa saber duas coisas. Primeiro, o que a marinha de Noak achará disso. Segundo, o que está propondo em troca.</p>
<p>- Estou indo para um acerto de contas. E eu vou pagar pelo serviço.</p>
<p>- Sabe que lá o clima não está muito bom, não sabe?</p>
<p>- Pouco me importa.</p>
<p>- Então tem mais causas para ir do que para não ir...</p>
<p>- Correção. Tenho muitas causas para ir, nenhuma para não ir.</p>
<p>- Bem, vamos acertar valores...</p>
<hr />
<p>A embarcação é um tanto grande. Tem canhões e uma tripulação um tanto grande. Zand vai até o Diabo M com os 14 tripulantes que estava na Praia.</p>
<p>Capitão Ched, Been e outros tantos. Gwat é o nome daquele sem orelha. Não saiu de perto de Ched em nenhum momento da negociação e era constantemente consultado com o olhar.</p>
<p>“E pensar que antigamente meus pais queriam que eu fosse marinheiro...”</p>
<p>“Eles não me parecem exatamente marinheiros...”</p>
<p>“Eve...”</p>
<p>“Oi...”</p>
<p>“Você continua se intrometendo em meus pensamentos.”</p>
<p>“Foi sem querer. É difícil saber quando você está falando comigo e quando não está.”</p>
<p>“Você me irrita.”</p>
<p>“Cuidado com esse povo todo.”</p>
<p>“Eu sei o que estou fazendo.”</p>
<p>“Espero que dessa vez sim.”</p>
<p>“O que quer dizer com isso?”</p>
<p>“Não nada...”</p>
<p>“Olha, eu devia aproveitar a viagem pra jogar você no meio do mar.”</p>
<p>“Você não teria coragem.”</p>
<p>“Você acha que...”</p>
<p>- Tzarend! - Um homem vestido com uma capa vinho se aproxima com um livro na mão. Zand olha, tentando lembrar seu nome. - Breig! Chamo-me Breig!</p>
<p>- O que há?</p>
<p>- Já estamos partindo, amigo. - Seja bem-vindo à embarcação.</p>
<p>- Por que Diabo M?</p>
<p>- É uma história interessante. Eniu ainda vai cantar essa história uma noite dessas.</p>
<p>- Eniu?</p>
<p>- Nosso amigo bardo. Mas adianto que é tão antiga que é anterior ao capitão Ched. - Ele faz uma pausa para ver melhor a expressão de Zand – É, meu amigo, é uma longa história... A Diabo M não é uma embarcação construída ontem. Há viventes neste navio que são mais novos que ela. Bem vi que és um guerreiro experiente. Posso te fazer uma pergunta?</p>
<p>- Depende.</p>
<p>- O que trazes sob o manto é mesmo o que penso que é?</p>
<p>Zand olha com um ar de desinteresse sequer em formular uma resposta.</p>
<p>- Uma armadura de escamas de dragão vermelho?</p>
<p>- Por quê?</p>
<p>- Não, só curiosidade! Bem, preciso estudar. Prazer tê-lo a bordo e vamos chegar em Beufy em dois tempos.</p>
<p>“Beufy...”</p>
<p>“E Beufu... As duas cidades costeiras mais próximas de Beniw.”</p>
<p>“É, Eve, eu conheço essas cidades.”</p>
<p>“E Beufan, um pouco mais distante... As costeiras de Noak. Como as cidade Ey Vudeon e companhia em Wimow...”</p>
<p>“Beufan? Não existe mais. Virou Kreuk.”</p>
<p>“Sério?”</p>
<p>“Sério.”</p>
<p>- E aí Been! Eu ganhei! - O tal de Breig fala ao longe com aquele sujeito de chapéu curvado. - É uma armadura de dragão vermelho.</p>
<p>- Ah não, sério? Droga! E eu que invento essas apostas pra depois perder...</p>
<p>- Depois você me dá a adaga de prata.</p>
<p>- Droga!</p>
<p>Pouco depois, a Diabo M deixa Ey Vudeon e segue rumo a seu novo destino...</p>
]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">arcano : Corrigindo 20 ditados</title>
		<id>http://arcano.castelodotempo.com/node/106</id>
		<link rel="alternate" href="http://arcano.castelodotempo.com/node/106"/>
		<published>2010-07-20T06:23:16+00:00</published>
        <updated>2010-07-20T06:23:16+00:00</updated>
		<author><name>arcano</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p>01- "É dando que se ... engravida".<br />
02- "Quem ri por último... é retardado".<br />
03- "Alegria de pobre... é impossível".<br />
04- "Quem com ferro fere... não sabe como dói".<br />
05- "Em casa de ferreiro... só tem ferro".<br />
06- "Quem tem boca... fala. Quem tem grana é que vai a Roma!"<br />
07- "Gato escaldado... morre, porra!"<br />
08- "Quem espera... fica de saco cheio."<br />
09- "Quando um não quer... o outro insiste."<br />
10- "Os últimos serão .... os desclassificados."<br />
11- "Há males que vêm para ... fuder com tudo mesmo!" (essa é ótima!!!)<br />
12- "Se Maomé não vai à montanha... é porque ele se mandou pra praia."<br />
13- "A esperança... e a sogra são as últimas que morrem."<br />
14- "Quem dá aos pobres... cria o filho sozinha."<br />
15- "Depois da tempestade vem a .... gripe."<br />
16- "Devagar..... nunca se chega."<br />
17- "Antes tarde do que ... mais tarde."<br />
18- "Em terra de cego quem tem um olho é ... caolho."<br />
19- "Quem cedo madruga.... fica com sono o dia inteiro."<br />
20- "Pau que nasce torto... urina no chão."<br />
---<br />
Recebido por email.</p>
<br/><div>


</div>]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">arcano : Dando o troco (telemarketing)</title>
		<id>http://arcano.castelodotempo.com/node/105</id>
		<link rel="alternate" href="http://arcano.castelodotempo.com/node/105"/>
		<published>2010-06-26T09:02:12+00:00</published>
        <updated>2010-06-26T09:02:12+00:00</updated>
		<author><name>arcano</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><img src="http://arcano.castelodotempo.com/files/telemarketing.jpg" alt="Atendente de telemarketing" /></p>
<p>Toca o telefone...</p>
<p>- Alô.</p>
<p>- Alô, poderia falar com o responsável pela linha?</p>
<p>- Pois não, pode ser comigo mesmo.</p>
<p>- Quem fala, por favor?</p>
<p>- Edson.</p>
<p>- Sr. Edson, aqui é da Telemar, estamos ligando para oferecer a promoção Telemar linha adicional, onde o Sr. tem direito...</p>
<p>- Desculpe interromper, mas quem está falando?</p>
<p>- Aqui é Rosicleide Judite, da Telemar, e estamos ligando...</p>
<p>- Rosicleide, me desculpe, mas para nossa segurança, gostaria de conferir alguns dados antes de continuar a conversa, pode ser?</p>
<p>- Bem, pode.</p>
<p>- De que telefone você fala? Meu bina não identificou.</p>
<p>- 10331.</p>
<p>- Você trabalha em que área, na Telemar?</p>
<p>- Telemarketing Pro Ativo.</p>
<p>- Você tem número de matrícula na Telemar?</p>
<p>- Senhor, desculpe, mas não creio que essa informação seja necessária.</p>
<p>- Então terei que desligar, pois não posso ter segurança que falo com uma funcionária da Telemar. São normas de nossa casa.</p>
<p>- Mas posso garantir...</p>
<p>- Além do mais, sempre sou obrigado a fornecer meus dados a uma legião de atendentes sempre que tento falar com a Telemar.</p>
<p>- Ok.... Minha matrícula é 34591212.</p>
<p>- Só um momento enquanto verifico.</p>
<p>(Dois minutos depois)</p>
<p>- Só mais um momento.</p>
<p>(Cinco minutos depois)</p>
<p>- Senhor?</p>
<p>- Só mais um momento, por favor, nossos sistemas estão lentos hoje.</p>
<p>- Mas senhor...</p>
<p>- Pronto, Rosicleide, obrigado por ter aguardado. Qual o assunto?</p>
<p>- Aqui é da Telemar, estamos ligando para oferecer a promoção, onde o Sr. tem direito a uma linha adicional. O senhor está interessado, Sr. Edson?</p>
<p>- Rosicleide, vou ter que transferir você para a minha esposa, porque é ela que decide sobre alteração e aquisição de planos de telefones.</p>
<p>- Por favor, não desligue, pois essa ligação é muito importante para mim.</p>
<p>(coloco o telefone em frente ao aparelho de som, deixo a música Festa no Apê do Latino<br />
tocando no Repeat (quem disse que um dia essa droga não iria servir para alguma coisa?), depois de tocar a porcaria toda da música, minha mulher atende:</p>
<p>- Obrigado por ter aguardado.... pode me dizer seu telefone pois meu bina não identificou..</p>
<p>- 10331.</p>
<p>- Com quem estou falando, por favor.</p>
<p>- Rosicleide</p>
<p>- Rosicleide de que?</p>
<p>- Rosicleide Judite (já demonstrando certa irritação na voz).</p>
<p>- Qual sua identificação na empresa?</p>
<p>- 34591212 (mais irritada agora!).</p>
<p>- Obrigada pelas suas informações, em que posso ajudá-la?</p>
<p>- Aqui é da Telemar, estamos ligando para oferecer a promoção, onde a Sra tem direito a uma<br />
linha adicional. A senhora está interessada?</p>
<p>- Vou abrir um chamado e em alguns dias entraremos em contato para dar um parecer,<br />
pode anotar o protocolo por favor.....alô, alô!</p>
<p>TUTUTUTUTU...</p>
<p>- Desligou.... nossa que moça impaciente!</p>
<p>Recebido por email... (<a href="http://www.flickr.com/photos/24328644@N08/2508700931/" rel="nofollow">Foto usada no post</a></p>
<br/><div>


</div>]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : Desordem Sistemática</title>
		<id>http://desordemsistematica.blogspot.com/</id>
		<link rel="alternate" href="http://desordemsistematica.blogspot.com/"/>
		<published>2010-06-14T08:28:43+00:00</published>
        <updated>2010-06-14T08:28:43+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">arcano : Terremoto no Ceará</title>
		<id>http://arcano.castelodotempo.com/node/104</id>
		<link rel="alternate" href="http://arcano.castelodotempo.com/node/104"/>
		<published>2010-06-02T05:31:59+00:00</published>
        <updated>2010-06-02T05:31:59+00:00</updated>
		<author><name>arcano</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><img src="http://arcano.castelodotempo.com/files/terremoto2.jpg" title="Terremoto" /></p>
<p>O Governo Brasileiro instalou um sistema de medição e controle de abalos sísmicos no país. O Centro Sísmico Nacional, poucos dias após entrar em funcionamento, já detectou que haveria um grande terremoto no Nordeste. Assim, enviou um telegrama à delegacia de polícia de Icó, no Ceará, com a seguinte mensagem:</p>
<p><b>"Urgente!!!.<br />
Possível movimento sísmico na zona.<br />
Muito perigoso.. 7 na escala Richter.<br />
Epicentro a 3km da cidade.<br />
Tomem medidas e informem resultados."</b></p>
<p>Somente uma semana depois, o Centro Sísmico recebeu um telegrama que dizia:</p>
<p><b>"Aqui é da Polícia de Icó.<br />
Movimento sísmico totalmente desarticulado.<br />
Richter tentou fugir, mas foi abatido a tiros.<br />
Desativamos a zona. Todos os cabra estão presos.<br />
Epicentro, Epifânio, Epicleison e os outros cinco irmãos estão detidos.<br />
Não respondemos antes porque teve um terremoto da gota aqui !!!"</b></p>
<p>P. S.: Mais um recebido por email...</p>
<br/>]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">arcano : Se beber não dirija</title>
		<id>http://arcano.castelodotempo.com/node/103</id>
		<link rel="alternate" href="http://arcano.castelodotempo.com/node/103"/>
		<published>2010-05-18T02:53:20+00:00</published>
        <updated>2010-05-18T02:53:20+00:00</updated>
		<author><name>arcano</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p>Se for beber, não dirija, pra não passar por isso...<br />
<img src='http://arcano.castelodotempo.com/files/charge3.jpg.png' width='400px' /></p>
<br/>]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">arcano : Vara ao Hipopótamo</title>
		<id>http://arcano.castelodotempo.com/node/102</id>
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		<published>2010-05-03T08:45:34+00:00</published>
        <updated>2010-05-03T08:45:34+00:00</updated>
		<author><name>arcano</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><img src='http://arcano.castelodotempo.com/files/pega.jpg' /></p>
<p>Na África do Sul, um esporte muito praticado é o "joga vara para hipopótamo". Devido à dificuldade de encontrar tão dócil e simpático animal de estimação em pet shops locais, esse esporte termina sendo praticado somente por afortunados membros ricos da elite.</p>
<p>A vara ao hipopótamo é um dos esportes que estrearão nas Olimpíadas da África do Sul. (hmmm... não seria Copa do Mundo?)</p>
<p><a href="http://www.foundshit.com/hippopotamus-playing-catch/" rel="nofollow">Foto original</a>.</p>
<br/>]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">arcano : Sauron Dançou</title>
		<id>http://arcano.castelodotempo.com/node/99</id>
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		<published>2010-04-17T17:50:10+00:00</published>
        <updated>2010-04-17T17:50:10+00:00</updated>
		<author><name>arcano</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p>A essa altura quase todo mundo já deve ter visto, mas como o trabalho foi muito bem feito, aqui vai: Sauron dançou, de Júlio Lima.</p>
<p>
Frodo disse 'Não froda comigo'<br />
Smeagol é Golon e Golon é Smeagol<br />
Pois foi Smeagol que queimou o anel ferozmente<br />
Caiu de bumbum a lava incandescente</p>
<p>Enquanto Gandalf fumava a erva dos hobbits<br />
Escolhida a dedo pelo líder dos Entes<br />
Ah ela deixava os velhos ogros doentes<br />
Mas em nada afetava o elfo arqueiro valente</p>
<p>[Refrão]<br />
Mas Sauron dançou<br />
A terra média que tava baixa caiu<br />
A casa caiu pra Sauron<br />
Saruman que o diga<br />
Ficou só na instiga<br />
Saruman que o diga<br />
Ficou só na instiga</p>
<p>Meu deus,como é grande esse livro<br />
Deu três fitas<br />
Três DVD's e uma compilação<br />
Narrando o fato do Frodo fudido<br />
E daquele,enrustido do Sam</p>
<p>Boromir se lascou<br />
Faramir quase virou churrasco<br />
O pai deles em chamas fez um bungee-jump<br />
O arqueiro e o anão derrubaram até elefante<br />
Merry e Pippin, só fizeram embaçar</p>
<p>[Refrão]<br />
Mas Sauron dançou<br />
A Terra Média que tava baixa caiu<br />
A casa caiu pra Sauron<br />
Saruman que o diga<br />
Ficou só na instiga<br />
Saruman que o diga<br />
Ficou só na instiga</p>
<p>Quando a casa caiu<br />
Ninguém botou o anel na reta<br />
Porque a Coca-Cola já tinha o nome lá<br />
Por isso Sauron tinha o rabo preso<br />
Empurraram o burro em Saruman</p>
<p>Muita gente bailou por causa da preciosa<br />
Apesar da boiolagem da Sociedade do Anel<br />
Eu só queria era a princesa dos elfos<br />
O Dadinho do morro agora é Aragorn</p>
<p>[Refrão]<br />
Mas Sauron dançou<br />
A Terra Média que tava baixa caiu<br />
A casa caiu pra Sauron<br />
Saruman que o diga<br />
Ficou só na instiga<br />
Saruman que o diga<br />
Ficou só na instiga</p>
<br/>]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">arcano : Procissão ou Jesus no Xadrez?</title>
		<id>http://arcano.castelodotempo.com/node/98</id>
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		<published>2010-04-02T03:48:27+00:00</published>
        <updated>2010-04-02T03:48:27+00:00</updated>
		<author><name>arcano</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><img src="http://arcano.castelodotempo.com/files/jesus.jpg" /><br />
No tempo em que as estradas<br />
Eram poucas no sertão<br />
Tangerinos e boiadas<br />
Cruzavam a região<br />
Entre volante e cangaço<br />
Quando a lei era do braço<br />
Do jagunço pau-mandando<br />
Do coronel invasor<br />
Dava-se no interior<br />
Esse caso inusitado</p>
<p>Quando Palmera das Antas<br />
Pertencia ao Capitão<br />
Justino Bento da Cruz<br />
Nunca faltou diversão<br />
Vaquejada, cantoria,<br />
Procissão e romaria<br />
Sexta-feira da Paixão</p>
<p>Na quinta-feira maior<br />
Dona Maria das Dores<br />
No salão paroquial<br />
Reunia os moradores<br />
Depois de uma preleção<br />
Ao lado do capitão<br />
Escalava a seleção<br />
De atriz e atores</p>
<p>Todo ano era um Jesus,<br />
Um Caifaz e um Pilatos<br />
Só nao mudavam a cruz,<br />
O verdugo e os maus tratos</p>
<p>O Cristo daquele ano<br />
Foi o Quincas Beija-Flor<br />
Caifaz foi Cipriano<br />
Pilatos foi Nicanor<br />
Duas cordas paralelas<br />
Separavam a multidão<br />
Pra que pudesse entre elas<br />
Caminhar a procissão</p>
<p>Quincas conduzindo a cruz<br />
Foi, não foi, advertia<br />
O cinturião pervesso<br />
Que com força lhe batia<br />
Era pra bater maneiro<br />
Bastião não entendia<br />
Devido um grande pifão<br />
Que tomou naquele dia<br />
Do vinho que o capelão<br />
Guardava na sacristia</p>
<p>Cristo dizia: "ô rapaz,<br />
Vê se bate devagar,<br />
Já tou todo encalombado<br />
Assim não vou aguentar,<br />
Tá com a gota pra duer,<br />
Ou tu para de bater<br />
Ou a gente vai brigar<br />
Jogo já essa cruz fora,<br />
To ficando aperreado,<br />
Vou morrer antes da hora<br />
De ficar crucificado"</p>
<p>O pior é que o malvado<br />
Fingia que não ouvia<br />
E além de bater com força<br />
Ainda se divertia,<br />
Espiava pra jesus,<br />
Fazia pouco e dizia:</p>
<p>"Que Cristo frouxo é você<br />
Que chora na procissão?<br />
Jesus pelo que se sabe<br />
Não era mole assim não<br />
Eu tou batendo com pena<br />
Tu vai ver o que é bom<br />
Na subida da ladeira<br />
Da venda de Fenelon<br />
O couro vai ser dobrado<br />
Até chegar no mercado<br />
A cuíca muda o tom"</p>
<p>Naquele momento ouviu-se<br />
Um grito na multidao<br />
Era Quincas que, com raiva,<br />
Sacudiu a cruz no chão<br />
E partiu feito um maluco<br />
Pra cima de Bastião</p>
<p>Se travaram num tabefe,<br />
Pontapé e cabeçada<br />
Madalena levou queda<br />
Pilatos levou pancada<br />
Deram um cacete em Caifaz<br />
Que até hoje não faz<br />
Nem sente gosto de nada</p>
<p>Dismancharam a procissão<br />
O cacete foi pesado<br />
São Tomé levou um tranco<br />
Que ficou desacordado<br />
Acertaram um cocorote<br />
Na careca de Timóteo<br />
Que até hoje é aluado</p>
<p>Até mesmo São José<br />
Que não é de confusão,<br />
Na ânsia de defender<br />
Seu filho de criação<br />
Aproveitou a garapa<br />
Pra dar um monte de tapa<br />
Na cara do bom ladrão</p>
<p>A briga só terminou<br />
Quando o doutor delegado<br />
Interviu e separou<br />
Cada santo pro seu lado<br />
Desde que o mundo se fez,<br />
Foi essa a primeira vez<br />
Que Jesus foi pro xadrez<br />
Mas não foi crucificado</p>
<p>Diz <a href="http://www.letras.com.br/cordel-do-fogo-encantado/procissao-ou-jesus-no-xadrez" rel="nofollow">a fonte</a> que é do Cordel do Fogo Encantado, mas sinceramente não sei de quem é a autoria desse cordel incrível!</p>
<br/>]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : Nuvens e Devaneios v. 2.0</title>
		<id>http://nuvensedevaneiosv2.blogspot.com/</id>
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		<published>2010-03-30T03:34:57+00:00</published>
        <updated>2010-03-30T03:34:57+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[]]></content>
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        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : Linux: ePub - O MP3 dos livros [Artigo]</title>
		<id>http://www.vivaolinux.com.br/artigo/ePub-O-MP3-dos-livros/</id>
		<link rel="alternate" href="http://www.vivaolinux.com.br/artigo/ePub-O-MP3-dos-livros/"/>
		<published>2010-03-25T13:00:53+00:00</published>
        <updated>2010-03-25T13:00:53+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">arcano : Comma Sutra</title>
		<id>http://arcano.castelodotempo.com/node/95</id>
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		<published>2010-03-18T14:03:30+00:00</published>
        <updated>2010-03-18T14:03:30+00:00</updated>
		<author><name>arcano</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p>As vírgulas são os sinais gráficos mais safados, sabiam? Deem uma olhada nesse manual de posições para vírgulas. :-P</p>
<p><img src="http://arcano.castelodotempo.com/files/comma-sutra.jpg" /></p>
<br/>]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">bardo : Eu, Empreendedor: Mercado de Trabalho - Pequenas Empresas &amp;amp; Grandes Negócios - NOTÍCIAS - Amigos lançam selo de livros e faturam R$ 220 mil com apenas uma obra</title>
		<id>http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI126091-17385,00-AMIGOS+LANCAM+SELO+DE+LIVROS+E+FATURAM+R+MIL+COM+APENAS+UMA+OBRA.html</id>
		<link rel="alternate" href="http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI126091-17385,00-AMIGOS+LANCAM+SELO+DE+LIVROS+E+FATURAM+R+MIL+COM+APENAS+UMA+OBRA.html"/>
		<published>2010-03-12T11:43:47+00:00</published>
        <updated>2010-03-12T11:43:47+00:00</updated>
		<author><name>bardo</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[]]></content>
	</entry>
        	<entry xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom">
		<title type="html">arcano : A Música Brasileira</title>
		<id>http://arcano.castelodotempo.com/node/100</id>
		<link rel="alternate" href="http://arcano.castelodotempo.com/node/100"/>
		<published>2010-03-02T02:48:10+00:00</published>
        <updated>2010-03-02T02:48:10+00:00</updated>
		<author><name>arcano</name></author>
		
		<content type="html"><![CDATA[<p><img src="http://arcano.castelodotempo.com/files/dinho.jpg" alt="Dinho caindo do palco" /><br />
 Olha a situação da música brasileira:  </p>
<p>- Cazuza e Renato Russo morreram de AIDS;<br />
- Chico Science e Gonzaguinha morreram em terríveis acidentes de carro;<br />
- Marcelo Yuka foi baleado e ficou sem o movimento das pernas e do braço esquerdo;<br />
- Hebert Vianna sofreu um acidente de ultraleve, perdeu a mulher e sofreu danos no cérebro;<br />
- Marcelo Fromer foi atropelado e morreu no hospital;<br />
- Cássia Eller nos deixou, após um coquetel de drogas;<br />
- Raul Seixas bebeu e esqueceu da insulina;<br />
- Tim Maia quase não gostava...</p>
<p>Quem será o próximo?</p>
<p>Ao longo dos anos, o abuso das drogas e do álcool nos tirou: Elvis Presley, Jim Morrison, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Brian Jones, John Boham, Kurt Cobain, Bradley Nowell, Sid Vicious, Keith Moon...</p>
<p>Outras fatalidades levaram Cliff Burton, Stevie Ray Vaughan, Jonh Lennon, Bob Marley, Rhandy Rhoads, Joe Ramone, Frank Sinatra, Fred Mercury, George Harrison, Marvin Gaye,Charlie Parker,Jaco Pastorius,Nico Assumpção, Tom Jobim, Vinicius de Morais.</p>
<p>AGORA PARE E PENSE: QUANTOS PAGODEIROS, FUNKEIROS, AXEZEIROS, MORRERAM????</p>
<p>- O Beto Jamaica cheira o que o nariz não agüenta e não morre, aquela praga;<br />
- Alexandre Pires enche o rabo de cachaça, sai a toda com o seu carro, mata um coitado no meio da rua, não morre e continua compondo aquelas merdas;<br />
- Xandy e Carla Perez, vão piorar ainda mais o futuro do mundo, tendo outros filhos;<br />
- Netinho, do Negritude Júnior tem voz de viado, rebola como viado, parece viado e tem filho que nem coelho;<br />
- Joelma do Calypso com aquela dancinha horrível;<br />
- Latino pensa que é compositor;<br />
- E o tal do Rodriguinho, o que ele quer com aquela viseira na cabeça?<br />
- E o Cumpadi Washington, tem a maior cara de pinguço de boteco da esquina, um péssimo gosto para roupa, mas comeu a Sheila Carvalho;<br />
- E o pagodeiro Bello, metido com traficante, encomendando míssil anti-aéreo, feio pra c... e só come gostosa.</p>
<p>ONDE O MUNDO VAI PARAR??? </p>
<p>P. S.: Veio por email na forma de corrente. A foto é de Dinho Ouro Preto caindo do palco.</p>
<br/>]]></content>
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